O povo americano revelou-se farto do rumo republicano e fê-lo votando numa democracia afro-americana. Para mim, um presidente negro nos Estados Unidos era uma imagem que pertencia exclusivamente ao domínio da ficção. Até ontem. É impossível não pensar nas palavras de Martin Luther King aquando do brilhante discurso em Washington que viria a ficar gravado eternamente. "Eu tenho um sonho: que os meus quatro pequenos filhos venham a viver numa nação, onde não sejam julgados pela cor da sua pele mas pelo conteúdo do seu carácter."
O novo presidente da casa branca veio mostrar que o tal dia sonhado chegou. Há cinquenta anos, um negro nem se podia sentar ao pé de um branco no autocarro. Neste preciso momento, nos EUA nascem meninos e meninas que crescerão num país governado por um afro-americano. Mesmo que as coisas não lhe correm de feição na dura missão que tem pela frente, até porque a tarefa não lhe será facilitada, Barack Obama já marcou a história e a nossa era.
Os americanos votaram na cara da MUDANÇA. Não votaram na cor da pele dessa cara. E nós, por todo o Mundo voltámos a acreditar. Na capacidade de MUDANÇA e na evolução da raça humana.
O novo presidente da casa branca veio mostrar que o tal dia sonhado chegou. Há cinquenta anos, um negro nem se podia sentar ao pé de um branco no autocarro. Neste preciso momento, nos EUA nascem meninos e meninas que crescerão num país governado por um afro-americano. Mesmo que as coisas não lhe correm de feição na dura missão que tem pela frente, até porque a tarefa não lhe será facilitada, Barack Obama já marcou a história e a nossa era.
Os americanos votaram na cara da MUDANÇA. Não votaram na cor da pele dessa cara. E nós, por todo o Mundo voltámos a acreditar. Na capacidade de MUDANÇA e na evolução da raça humana.
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